sexta-feira, 9 de março de 2012

Chama



Chamava bruxuleante, inconstante, dissimulava a pagar. Sutil por sua beleza e seu iluminar de não revelar.

No jogo do seu lusco-fusco mente dissidente ao labrusco que se engana recorrente e perde o que traz em mente, incauto e inculto pretendente, entende:
 - Sê chama não é para te dar a tomar, mas queimar, observa a luz, meu fogo é arcabuz feroz, quando tocado é algoz, se não meu o teu.

Já não há lida que deixe-a partida. Alcança sua maior iluminação quando a chama atinge o coração, fica em paz e harmonia . .[sic] se apaga num instante, sem aviso nem magia.