segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Musa leoa; filha do mar



Sorrisos disparados, disparates em mim. Seu olhar inquieto atraindo soluções... ah...enfim!
Palavras com outra verdade, nova semântica de sí.

Seu abraço equilibrando perfumes e misturando cabelos revoltos ao rosto que sussurra a gosto:

 - Cativa-me! Fugirei, é preciso paciência, mas torna-te a mim único e seremos como o som do Sol e a música da lua. Quanto mais tempo tiveres comigo, menos serei para seus olhos e mais para seu coração, como o arroz com feijão.

São todos os lados teus que amo, ainda desconhecidos e digo
 -  Voltas dez vezes dez e por trás de teu revez,  nasce como a riqueza para o diamante, como a mulher para o homem e a raposa para o príncipe andante

...

Mesmo depois de usarmos toda nossa linguagem houve o que só o silêncio pôde dizer, mas não nos calamos. Ainda era cedo ou tarde demais para calar e sonhar

Há entretanto a certeza que mais dia menos dia encontrarei por ti, a razão desse bem querer que há em mim.

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