terça-feira, 22 de maio de 2012

O pequeno Colibri

Que bons ventos trazem você aqui pequeno Colibri? bem te vi e sorri, pousada na açucena fez arco íris de pena; que mais linda cena! Trança no ar a sua dança, brincando tal qual criança.

Quando não tinha desejo e não estava atento seu talento virou meu acalento e por contemplar seu sorriso esqueci onde piso, esqueci até o juízo.

Foram os ventos do destino que trouxeram você pra mim colibri? Beija tuas flores e voa, beija tuas flores enquanto me afeiçoa. Vem mais perto, me cativa,  se responsabiliza.

De onde vem, para onde vai? O tempo não importa agora que te vi, pequeno Colibri. Eu me encantei, não sei...engraçado, palavra que explica o que não pode ser explicado.

Teu voo coze em brando fogo a solução da sua e da minha morte: nossa simbiose. O presente, sem querer nenhuma sorte vive plenamente, eternamente e renascente em nós meu pequeno Colibri, agora que te vi posso novamente sorrir

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