A beleza que o coração vê não está em rosto, peito, vulva ou bunda, não está nos olhos, nem entre paredes, não está ali ou aqui, não pesa a beleza que o coração vê.
A beleza que o coração vê é verbo não objeto. O coração conjuga.
Para nascer a beleza que o coração vê, é preciso sorrir, essa beleza pede muito conversar, divertir, dividir, acreditar, entregar, brincar, aprender, ensinar, gozar, cozinhar e acordar, libertar é necessário para ela respirar!
Precisa mais que muito combinar, ela precisa excitar sob certo olhar/ tocar e desmanchar sob o sussurrar. A beleza que o coração vê chora, por não se suportar e ela transborda, quase sempre em sorrisos banhados à alma.
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