Descobri uma bailarina bela e graciosa, nunca caia
Enchia todo canto como o canto do pássaro faz com o dia
Descobri uma bailarina por entre as sombras
Pernas delgadas e ligeiras saltando em pontas
Descobri uma bailarina, simetria da perfeita poesia
Toda ela suavidade de pura leveza e harmonia
Descobri uma bailarina, pequena e linda Colombina
Desejei ser Arlequim, para te-la minha menina
Descobri uma bailarina, maestoso marcado andante
E segui seu andamento em crescendo molto cantante
Descobri uma bailarina, em movimento é plenitude
Se parada desaba em solidão e cai em quietude
Descobri uma bailarina, linda
Era ela eterna menina.
Descobri uma bailarina
Dançarina da vida.
Descobri uma bailarina
Dançarina da vida.
Que poesia linda!
ResponderExcluirAposto que essa bailarina também descobriu muitas coisas com aquele(s) que sabe(m) enxergar com uma cautela maior de quem já está em cima.
Que a bailarina absorve, aprende e se inspira.
Também sei que a bailarina muito admira.
Parabéns por escrever tanta coisa sempre bonita.. mas esse em especial me deixou "lagriminha"
E outro beijo daquela que, num embalo de poesia, sem querer, acaba fazendo rima!
ResponderExcluir... (des)cobre a bailarina de si mesma...
ResponderExcluirBravo, bravo, bravíssimo!
ResponderExcluirDanilo España
A Luah acabou de ler e amou...
ResponderExcluirAbraços Dan